segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PISO NACIONAL DO MAGISTÉRIO É DE R$ 1451,00

O Ministério da Educação (MEC) definiu em R$ 1.451 o valor do piso nacional do magistério para 2012, um aumento de 22,22% em relação a 2011. Conforme determina a lei que criou o piso, o reajuste foi calculado com base no crescimento do valor mínimo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no mesmo período.
A Lei do Piso determina que nenhum professor pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. Questionada na Justiça por governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado.
Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos, mas, desde 2008, nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim.
Em 2011, o piso foi R$1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950. Alguns governos estaduais e municipais criticam o critério de reajuste e defendem que o valor deveria ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), como ocorre com outras carreiras.
Na Câmara dos Deputados, tramita um projeto de lei que pretende alterar o parâmetro de correção do piso para a variação da inflação. A proposta não prosperou no Senado, mas na Câmara recebeu parecer positivo da Comissão de Finanças e Tributação. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) prepara uma paralisação nacional dos professores para os dias 14,15 e 16 de março com o objetivo de cobrar o cumprimento da Lei do Piso.
Fonte: Agencia Brasil

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A OBMEP divulga seus premiados em 2011!

A divulgação dos premiados na OBMEP 2011 saiu esta semana. E como nossa Escola vem participando consecutivamente desse intento, como também vem focando melhorias no seu ensino-aprendizagem, conseguiu que três (03) de seus alunos alcançassem ou obtivessem menção honrosa, FABIANA MARIA DA SILVA e RAYSSA GABRIELLA SOARES DE OLIVEIRA, ambas do nível 1; e RUBENS NEVES E SILVA , nível 3.

Essa premiação nos deixa honrosos e felizes por percebermos que estamos conquistando caminhos, caminhos que visam a boa qualidade de ensino.

Obrigado, queridos alunos, pelos esforços e dedicação, já que perceberam que em educação não se gasta nem há despesas, mas investimentos. E um parabéns também especial aos professores que colaboraram para alcançar este resultado.  Parabéns também a todos os alunos que participaram da OBMEP 2011.


Veja lista na íntegra:



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

DICAS SOBRE PLANOS DE AULA

Reprodução

História do Brasil

Capitanias hereditárias

Luciane Cristina Miranda de Jesus*

Ponto de partida

Objetivos

1) Conceituar as palavras ou expressões "capitanias hereditárias", "capitães", "donatários", "sesmarias" e "légua" (como unidade de medida), utilizadas no período histórico ao qual o texto se refere.

2) Compreender o que foi o sistema de capitanias hereditárias no início do período colonial brasileiro;

3) Refletir sobre a má distribuição das terras no Brasil, de maneira a estabelecer um diálogo entre passado e presente, fornecendo aos alunos, dessa forma, pistas para a compreensão do nosso próprio tempo.

Estratégias

1) Pergunte aos alunos se o Brasil foi colonizado assim que Cabral chegou aqui ou se demorou algumas décadas. A partir dessa pergunta, você saberá como anda o conhecimento prévio dos alunos.

2) É bom traçar uma linha do tempo referente ao período que se pretende estudar, facilitando assim a apreensão dos conteúdos e dos conceitos que serão desenvolvidos.

3) Escreva na lousa os novos conceitos históricos: capitanias hereditárias, capitães, donatários, sesmarias, etc.

4) Lembre-se de contextualizar a experiência portuguesa na ilhas do Atlântico, como Açores e Madeira.

5) Leve para a sala de aula o mapa do Brasil dividido em capitanias hereditárias e faça um exercício com os alunos, perguntando qual o nome do Estado brasileiro em que eles vivem atualmente, de maneira que encontrem no mapa a capitania correspondente.

6) Explique aos alunos as dificuldades encontradas pelos portugueses na tentativa de administrar as capitanias, sendo a principal delas a demarcação das terras. Lembre também que a distribuição geográfica das tribos indígenas foi ignorada, o que provocou conflitos entre portugueses e nativos.

7) Pergunte aos alunos se esse tipo de administração teria ou não alcançado sucesso. Explique a eles que, das 14 capitanias, apenas duas deram certo: a de Pernambuco e a de São Vicente.

8) A divisão das terras brasileiras em 14 capitanias influenciaria a organização da estrutura fundiária atual do Brasil. Discuta com a classe sobre a centralização das terras rurais brasileiras nas mãos de poucos proprietários e sobre o crescimento dos movimentos sociais que lutam pela reforma agrária.

9) O texto proposto para leitura também permite o estudo de temas transversais, sugeridos pelos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), como, por exemplo, as questões ambientais: a exploração de pau-brasil data do período das capitanias hereditárias - e tornou-se tão abusiva que, em 1560, Portugal criou uma lei estabelecendo a pena de morte para todos os que derrubassem as árvores sem autorização.
FONTE: UOL Educação
*Luciane Cristina Miranda de Jesus é formada em história pela Universidade de São Paulo e professora dessa disciplina na rede particular de ensino do Estado de São Paulo.

ANO BISSEXTO! PORQUE, A CADA 4 ANOS ELES SE REPETEM?

Ano bissexto

Eles se repetem a cada 4 anos

Carlos Alberto Campagner*
Página 3
O movimento de translação da Terra ao redor do Sol
A cada quatro anos, o mês de fevereiro tem 29 dias, em vez de 28, como ocorre nos três anos anteriores. Por que isso acontece? A resposta é um misto de aula de matemática e de história.

O ano é o tempo que demora para a Terra dar uma volta em torno do Sol: 365 dias e aproximadamente seis horas. Mas, como você pode perceber, no calendário os anos têm 365 dias exatos (e não 365 dias e 6 horas!).

Essas horas são acumuladas e, a cada quatro anos, acumulam 24 horas - isto é, um dia!

Sem esse ajuste, o calendário iria ficando, com o passar dos anos, defasado - e o dia em que se comemora o início da primavera, por exemplo, poderia passar a não coincidir com o evento comemorado.

Como calcular um ano bissexto

Se o ano não termina em 00, ele é bissexto caso seja divisível por 4. Exemplos: 1988, 1992, 1996, 2004, e assim por diante.
Nota: Um número é divisível por 4 se a sua dezena (1988 = 88) é divisível por 4.
Como o tempo que a Terra leva para dar a volta em torno do Sol é estimado em aproximadamente 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos, essa pequena diferença de menos de 12 minutos poderia provocar erros a cada cerca de 120 anos.
Logo, a regra para os anos terminados em 00 é:
O ano terminado em 00 será bissexto se for divisível por 400. Veja a tabela:
1500
Não bissexto
1600
Bissexto
1700
Não bissexto
1800
Não bissexto
1900
Não bissexto
2000
Bissexto
2100
Não bissexto

Essa diferença de 46 segundos pode provocar novas revisões no calendário. Mas a revisão só ocorrerá depois do ano 3000. Os astrônomos têm corrigido os relógios mundiais em 1 segundo em algumas passagens de ano, o que poderá dispensar tal revisão.
Essas correções são necessárias, por exemplo, nos sistemas de posicionamento global (GPS), em relógios atômicos, etc.
fonte: UOL Educação

DICAS DE PORTUGUÊS!

Médico opera, paciente é operado

Por Thaís Nicoleti

ROGÉRO deve voltar, e CAMILA pode operar

O verbo “operar” tem diversos significados – exercer ação, agir, trabalhar, atuar, provocar reação (“a fé opera milagres”) etc. –, mas é no sentido de submeter alguém ou submeter-se a uma operação cirúrgica que costuma oferecer dúvida.
No dia a dia, é comum ouvirmos alguém dizer que “uma pessoa operou” quando, na verdade, ela sofreu uma operação. Quem diz algo como “fulano operou o joelho” normalmente quer dizer que ele sofreu uma cirurgia, que teve o joelho operado. Ocorre que, rigorosamente, quem opera é o médico.
Se o sujeito da frase for o paciente, o verbo “operar” deverá ser flexionado na voz passiva: “fulano foi operado” ou “fulano operou-se”. Note-se que o pronome “se”, nesse caso, é uma partícula apassivadora, é o elemento que indica ser passivo o sujeito da frase.
Dizemos, portanto, que “fulano operou-se do apêndice”, por exemplo (ou “foi operado do apêndice”). Isso é o que recomenda a maioria dos autores que estudam a norma culta do português. Veja, abaixo, a sugestão de correção:

ROGÉRIO deve voltar e CAMILA pode ser operado


"Por hora" é diferente de "por ora"


“A Ford não irá renovar o EcoSport à toa. Em alta, o mercado de jipinhos urbanos ganhou novos concorrentes em pouco tempo.
Por hora, os principais rivais que a próxima geração do Ford encontrará pela frente são Citroën Aircross e Renault Duster, que marcaram a estreia das montadoras francesas nessa briga.”
“Por hora” é diferente de “por ora”. “Hora”, com h, é um intervalo de 60 minutos, enquanto “ora” equivale a “agora” ou “neste momento”. É a forma “ora” que integra a expressão “por ora”, equivalente a “por enquanto”.
Pode-se dizer, por exemplo, que um empregado recebe certa quantia por hora de trabalho. Nesse caso, estamos fazendo referência ao intervalo de 60 minutos. Isso é muito diferente de dizer, por exemplo, que, por ora, nada foi definido.
Veja alguns usos da palavra “ora”:
1. Os alunos que ora estão aqui devem preencher o formulário.
Nessa construção, “ora” é advérbio e significa “agora, neste momento”.
2. Ora é gentil, ora é rude. Seu comportamento varia muito.
No período acima, “ora” tem valor de conjunção. Trata-se do par correlativo ora... ora, que indica alternância.
Como interjeição, pode aparecer em frases do tipo
3. Ora, não me venha com essa!
Abaixo, a correção do fragmento que encabeça este texto:
A Ford não irá renovar o EcoSport à toa. Em alta, o mercado de jipinhos urbanos ganhou novos concorrentes em pouco tempo.
Por ora, os principais rivais que a próxima geração do Ford encontrará pela frente são Citroën Aircross e Renault Duster, que marcaram a estreia das montadoras francesas nessa briga.
 Fonte: UOL Educação

PISO SALARIAL DO MAGISTÉRIO, VERDADES E MENTIRAS!


Estados e municípios que não reajustaram piso do magistério pagarão o retrotivo.

Mais um ano letivo começou e permanece o impasse em torno da Lei do Piso Nacional do Magistério. Pela legislação aprovada em 2008, o valor mínimo a ser pago a um professor da rede pública com jornada de 40 horas semanais deveria ser reajustado anualmente em janeiro, mas muitos governos estaduais e prefeituras ainda não fizeram a correção.
Apesar de o texto da lei deixar claro que o reajuste deve ser calculado com base no crescimento dos valores do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), governadores e prefeitos justificam que vão esperar o Ministério da Educação (MEC) se pronunciar oficialmente sobre o patamar definido para 2012. De acordo com o MEC, o valor será divulgado em breve e estados e municípios que ainda não reajustaram o piso deverão pagar os valores devidos aos professores retroativos a janeiro.
O texto da legislação determina que a atualização do piso deverá ser calculada utilizando o mesmo percentual de crescimento do valor mínimo anual por aluno do Fundeb. As previsões para 2012 apontam que o aumento no fundo deverá ser em torno de 21% em comparação a 2011. O MEC espera a consolidação dos dados do Tesouro Nacional para fechar um número exato, mas em anos anteriores não houve grandes variações entre as estimativas e os dados consolidados.
“Criou-se uma cultura pelo MEC de divulgar o valor do piso para cada ano e isso é importante. Mas os governadores não podem usar isso como argumento para não pagar. Eles estão criando um passivo porque já devem dois meses de piso e não se mexeram para acertar as contas”, reclama o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão. A entidade prepara uma paralisação nacional dos professores para os dias 14,15 e 16 de março. O objetivo é cobrar o cumprimento da Lei do Piso.
Se confirmado o índice de 21%, o valor a ser pago em 2012 será em torno de R$ 1.430. Em 2011, o piso foi R$1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950. Na Câmara dos Deputados tramita um projeto de lei para alterar o parâmetro de reajuste do piso que teria como base a variação da inflação. Por esse critério, o aumento em 2012 seria em torno de 7%, abaixo dos 21% previstos. A proposta não prosperou no Senado, mas na Câmara recebeu parecer positivo da Comissão de Finanças e Tributação.
A Lei do Piso determina que nenhum professor pode receber menos do valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. Questionada na Justiça por governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado. Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos, mas desde 2008 nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim.
“Os governadores e prefeitos estão fazendo uma brincadeira de tremendo mau gosto. É uma falta de respeito às leis, aos trabalhadores e aos eleitores tendo em vista as promessas que eles fazem durante a campanha de mais investimento na educação”, cobra Leão.
Da Agência Brasil
publicado no Blog Angelim.com (www.angelim-com.blogspot.com)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

QUÍMICA DO COTIDIANO, A ARDÊNCIA DAS PIMENTAS

Pimentas




 

 

 

 

 

  

 

 

Estrutura, solubilidade e ardência





Júlio C. de Carvalho*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Pimenta é um termo usado para algumas classes de plantas que são usadas não apenas pelo seu aroma e sabor distintos, mas por uma característica ardência. Essa ardência depende da sensibilidade individual aos componentes da pimenta, e também do tipo de pimenta e da sua preparação, que podem influenciar bastante a concentração das substâncias responsáveis pela ardência.

Um método para determinar a ardência é a diluição em água, o que deu origem à unidade Scoville (SHU). As pimentas mais fracas apresentam umas poucas unidades, enquanto as mais fortes podem apresentar valores da ordem de 300.000 a 450.000.

Originalmente, uma unidade Scoville era o volume de água necessário para diluir uma preparação padronizada da pimenta em teste, até que a ardência não fosse percebida. Por exemplo, se um grama de pimenta moída precisa ser diluído em 2 litros de água (2.000 g) para não ser percebida, então sua ardência é de 2.000 SHU. Ou seja, uma pimenta "fraquinha".

No entanto, ainda que se use a mesma pimenta como ingrediente, a ardência de um molho pode ser alta. Vamos ver o porquê.

As duas grandes classes de pimentas são a pimenta-do-reino (Piper nigrum) e as diversas Capsicum (C. anuum, C. baccatum, C. chinense e C. frutescens).

A pimenta-do-reino é conhecida da culinária européia há vários séculos, enquanto as Capsicum, que incluem o pimentão, a pimenta vermelha, a dedo-de-moça, a malagueta e outras, são usadas há séculos nas Américas e foram disseminadas no resto do mundo após a conquista, em meados do século 16, sendo adotadas por cozinhas tão distantes quanto as da Índia e Tailândia. (Em tempo: a "pimenta rosa" é o fruto da aroeira, e não uma pimenta-do-reino madura.)

Voltando, porém, à química...

Piperina e capsaicina

As principais substâncias envolvidas na ardência das pimentas são a piperina (na pimenta-do-reino) e a capsaicina (nas Capsicum):

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A molécula da piperina apresenta, sobretudo, carbonos e hidrogênios, com duas funções éter e uma função amida N,N, di-substituída. Isso quer dizer que a molécula é quase apolar e, portanto, quase insolúvel em água. De fato, é solúvel em éter, álcool, clorofórmio e em solventes apolares. É mais tóxica que o píretro (que é o princípio básico de muitos inseticidas) para moscas domésticas.

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Já a capsaicina apresenta, além de uma função éter, a função fenol e um hidrogênio na função amida - portanto, pode fazer pontes de hidrogênio. Mas isso não é suficiente para torná-la muito hidrossolúvel: quase não se dissolve em água fria, mas dissolve-se bem em álcool, benzeno e clorofórmio.

Quanto à ardência, ambas as substâncias causam estímulos de dor nos neurônios, mas a capsaicina é cerca de 200 vezes mais potente que a piperina.

Solubilidade e ardência dependem da estrutura

Como se pode observar pelas estruturas da piperina e da capsaicina, os grupos mais polares na molécula não dão conta da sua solubilização em água.

Para estruturas orgânicas complexas, é com freqüência difícil prever a solubilidade, mas, de uma forma geral, quanto maior a cadeia carbônica e quanto menos grupos polares, menor é a sua solubilidade em solventes fortemente polares, como a água.

Por outro lado, a ardência das duas moléculas depende do radical vanilil, o que explica porque o gingerol (um dos princípios ativos do gengibre) também é ardido:

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A ardência depende também do resto da molécula, o que vai alterar a ligação a receptores nos neurônios. Concentradas, essas substâncias podem ser bastante desagradáveis, um princípio explorado nos sprays de pimenta.

Fuja das pimentas com óleo

A quantidade de capsaicina presente em uma pimenta pode variar de 0,01 a 1,2% em peso, dependendo da variedade. Apenas uma fração dessa capsaicina se dissolve em um molho ou durante a mastigação, o que torna suportável (para alguns) mastigar uma pimenta vermelha.

Mas, ao preparar molhos de pimenta, pode ocorrer uma concentração da capsaicina: misturando pimenta picada, vinagre, sal e óleo, por exemplo, pode ocorrer que a capsaicina vá se concentrando no óleo - um processo chamado em laboratório de extração. Dessa forma, um molho de uma pimenta mais fraca pode ter uma fase oleosa, na superfície, nada inocente. Por isso, se você não gosta de aventuras, fuja do óleo...

Referências

Para aficionados, há muito material - existe um verdadeiro culto mundial à pimenta. Uma busca na Internet fornece vários sítios interessantes. As referências usadas neste texto foram:





  • Capsicum - pimentas e pimentões no Brasil - para uma idéia da diversidade botânica e genética da planta, bem como dicas de cultivo.
  • The MERCK Índex. 12th ed. New York: Merck Research Laboratories, 1996 - para solubilidades e estrutura.
  • BELITZ H.-D., Grosch W., Schieberle P. Food Chemistry 3rd. ed. Berlin: Springer -Verlag, 2004 - para estrutura e ardência.